segunda-feira, 11 de março de 2013

Resenha sobre o texto (Cont.)


 Em todos os currículos são priorizados a leitura e escrita, porém de formas distintas e cada currículo, pois somos seres dependentes da leitura e da escrita para o decodificamento  dos processos cotidianos. Numa visão crítica sobre os currículos analisados no texto a autora deixa claro que apontar as falhas é uma visão crítica e pedagógica sobre ao “erros” encontrados nos currículos em questão e que além dessa percepção é preciso entender o currículo buscando orientação mais afundo, tento uma visão de qual a finalidade, a quem o currículo pretende atender, em que forma de concepção ele foi construído e seu contexto histórico (avaliando os projetos já realizados).

 
 Em um dos seus últimos comentários finais a autora apela para a construção de um currículo interdisciplinar, um currículo formado com a participação de outros autores relacionados as outras matérias formando um currículo mais forte que atenda as necessidades, ela faz uma critica aos currículos avaliados, pois todos deixam a desejar de uma forma não sendo totalmente completos e não atendo a necessidade da comunidade escolar e faz um comentário sobre o tipo de leitura e o tipo de leitor, pois um deve atender respectivamente. A construção do currículo deve contar com o corpo escolar e voltado totalmente para a realidade escolar.

domingo, 10 de março de 2013

Resenha sobre o texto "A Língua Portuguesa nos Currículos de Final de Século"


 No primeiro momento o texto relata sobre as condições de um currículo de Língua Portuguesa ao longo da leitura é possível verificar que vários currículos de Língua Portuguesa de vários lugares diferentes foram pegos para uma análise com um olhar mais crítico. Em um breve comentário percebemos uma fase em que é aberto a escola para todos as classes e é nesse período que o professor passa a depender mais do livro didático, pois os números de alunos aumentam significativamente e para  dar conta o professor utiliza o livro didático a todo instante como o auxiliar não dedicando  assim, o seu tempo para um preparo para uma aula mais elaborada, talvez vem dai dessa inclusão da sociedade como toda no contexto escolar a dependência que o professor carrega sobre o livro didático, muitos incapazes de dar uma aula sem o suporte do mesmo. Com o passar do tempo a partir do direito de uma escola para toda a sociedade na década de 50 (pág. 46), foram surgindo variações nas priorizações e nas formas de ensinar português, porém no livro didático sempre esteve presente como ponto fundamental o ensino e priorização da gramática e com o tempo a linguagem oral e escrita veio ganhando mais força e sendo visível como uma forma de englobar alguns critérios importantes (julgados na época) que seria a visão na produção de textos.

 A escola em determinados  itens deixa um buraco muito grande quanto ao que é ensinado ao aluno, pois do que ele aprende é preciso pensar o que realmente vai fazer diferença e ele irá utilizar para a sua questão de ascensão social na vida, pois como cita o texto (pág. 53), o aluno chega ao vestibular e não está preparado para o tipo de linguagem na qual ele vai encontrar ou na qual ele precisará usar, o fato de ele não estar habituado com esse tipo de linguagem  é um déficit que foi gerado na escola, pois a mesma não deu vasão a tudo que deveria ser ensinado de maior utilidade para o preparo do aluno. As escolas de São Paulo focam no aluno leitor focando todo tipo de linguagem oral e escrita esta dualidade trabalham junto para assim formar este aluno que através deste contexto se tornará um aluno leitor pensante. Por isso, é necessário que o professor sempre de continuidade as suas leituras buscando aperfeiçoamento e estudo, para assim poder aumentar sua lista argumentativa de conteúdos e objetivos a serem ensinados de uma maneira que não seja uniforme.

 Marildes Marinho faz um questionamento para a forma e o conteúdo em que se é aplicado na Língua Portuguesa, ela explicita no texto que a leitura, a produção de texto e a gramática são três objetivos a serem desenvolvidos no aluno, porém o professor tem como foco apenas um conceito (geralmente o ênfase é na gramática) ou trabalha mais uma questão do que a outra o que causa uma lacuna no aprendizado do aluno, o professor tem muita das vezes o currículo apropriado com tudo o que precisa ser trabalhado, porém quando chega na sala de aula deixa a desejar não dando atenção aos passos que deveriam ser exercitados. O estudo da Língua Portuguesa para a educação básica tem o intuito de forma cidadão com a leitura de forma coerente e a linguagem oral de forma normativa adepta para a sociedade, para a interação entre as pessoas da sociedade com uma linguagem apropriada. O currículo sofre variações de um escola para outra, porém a maior parte tem como objetivo dar uma linguagem culta apropriada para a todos os alunos trabalhando a valorização da cultura Brasileira através dos vocábulos.



Análise do livro didático (Cont.)


* Exemplos de Tipos de Texto
No livro encontramos textos narrativos (contos, lendas, crônicas, mitos), textos informativos (bilhete, recado, reportagens), textos descritivos, textos expositivos,
argumentativos e instrucionais, quadros programáticos, gráficos, mapas, canções, poesias, poemas, tabelas, quadrinhos e etc. Apresenta também uma série de elementos que compõem os diversos gêneros para que o aluno busque ajuda para a produção de seu próprio texto, podemos separar em quatro partes. Primeiro o aluno lê o texto, depois analisa, conta a história e finalmente escreva a sua visão.
Os textos expositivos são freqüentes em livros didáticos com a finalidade expor alguma coisa seja ela uma opinião ou ponto de vista, os argumentativos tem por objetivo persuadir o aluno se baseando em argumentos, já os instrucionais trazem orientações para a realização de algo ou alguma tarefa. Após a leitura desses tipos textuais o aluno precisa organizar as informações antes de produzir seu próprio material, nesse caso ele contará com a ajuda da professora.
Textos poéticos contribuem para a consolidação do processo de alfabetização, utilizando recursos sonoros e linguísticos nos poemas e poesias, desenvolvendo também a sensibilidade criativa, onde os alunos podem explorar as oficinas de criação que foram citadas na divisão das unidades do livro.
Gramática e ortografia obviamente estão listadas e presentes no livro, mas ele não foca somente o ensino das duas, foca também a capacidade criativa do aluno e se preocupa com o gosto de seu aluno pela leitura. Escrever corretamente é uma habilidade essencialmente prática, a observação reflexiva, a análise das informações e o reconhecimento das características de um texto definitivamente faz do aluno um diferencial.dessa forma, o livro se preocupou em oferecer ferramentas eficientes para esse processo.


* O Vocabulário
O vocabulário do aluno é ampliado através da leitura e das trocas informativas, por isso os textos trazem glossários que facilitam a leitura do aluno, dessa forma ele conhece novas palavras e pode começar a fazer uso das mesmas em suas produções textuais. Além disso, o livro também conta com uma pequena parte que contém:
* Sinônimos e antônimos,
* Vocabulário contextualizado,
* Vocabulários temáticos,
* Trabalho complementar com dicionário,
* Anexos,
* Textos suplementares e
* Jogos que estimulam a leitura.

* Projeto em Equipe
Em cada bimestre o livro apresenta um projeto de trabalho em equipe com o objetivo de produzir algum material como, por exemplo, um cartaz ou um mural para que os alunos possam aplicar seus conhecimentos adquiridos naquela unidade e desenvolvam diferentes métodos de trabalho. Eles descobrem o que fazer depois de que maneira fazer e por fim avaliam seus trabalhos e produções.

* Considerações:
Em suma, de acordo com os textos que estamos estudando ao longo da disciplina, entendemos que o livro contribui sim para a melhor aprendizagem dos alunos, não o consideramos como um livro de abordagem tradicional, porque encontramos diversos aspectos que estimulam a curiosidade dos alunos e o interesse dos mesmos pelas questões apresentadas no livro. A forma com que o livro aborda as temáticas é instigante e estimula o aluno a querer descobrir mais, dando-lhe o prazer da aprendizagem e segurança para realizar sozinhos algumas tarefas.os textos usados são ricos no vocabulário e divertidos, não são muito extensos e dessa forma o aluno não se entedia na leitura, fator crucial para o professor que quer despertar em seu aluno a vontade de ler. Aplicaríamos este livro aos nossos alunos, sem sombra de dúvidas, acreditando que ele auxilia o trabalho do professor e satisfaz todas as necessidades do aluno.

Análise do livro didático


FICHA TÉCNICA:
Projeto Pitanguá Português
Editora: Moderna
Série: 2° Ano do Ensino Fundamental 1
Faixa Etária: 7 a 8 anos


Introdução
Objetivo do livro é desenvolver a competência comunicativa, envolvendo a compreensão leitora e a capacidade de escrever com clareza e expressar-se oralmente de forma adequada. Por isso o projeto Pitanguá organiza-se essencialmente em torno de dois eixos principais, o trabalho de leitura e produção de diversos tipos textuais e programas sistemáticos (desenvolvidos de modo claro). Ele explora os conhecimentos prévios de cada aluno facilitando a conexão entre o conteúdo novo e tudo o que o aluno já conhece, trazendo uma grande variedade de assuntos e situações que estimulam o aluno a observar, interpretar, discutir idéias e também o senso crítico, além de seu conhecimento em Língua Portuguesa.


* Como é feita a divisão do livro?
O livro é dividido em nove unidades que correspondem aproximadamente aos noves meses letivos e cada unidade é subdividida em duas partes, estabelecendo um ritmo adequado para assimilação e a introdução de novos conteúdos, facilitando o trabalho do professor. Ao invés de sumário, o livro se utiliza de um “Mapa de Conteúdos”, que permite a visualização das relações entre conteúdo e possibilidades de aprendizagem. A primeira parte de cada unidade contém cinco tópicos:
1. Leitura,
2. Estudo do texto,
3. Produção de texto,
4. Estudo da língua e
5. Oficina de criação.
A segunda parte è dividida também em outros cinco tópicos:
1. Leitura,
2. Estudo do texto,
3. Texto expositivo ou instrucional,
4. Estudo da língua e
5. Projeto em equipe.
A organização é muito clara, selecionada e de fácil manuseio à informação, o conteúdo segue um critério rígido de fácil compreensão, de modo que alunos que já sejam totalmente leitores nem solicitem à ajuda do professor, podendo sozinho responder os exercícios.


* A Compreensão Leitora
Prioritariamente o livro apresenta uma estrutura que possibilite a melhor compreensão por parte do aluno visando desenvolver a competência para compreensão de diferentes tipos de textos com os quais terá contato durante sua vida, variando o máximo possível. Podemos destacar cinco propostas do livro em relação à compreensão leitora dos alunos, são elas:
1. Leitura de uma grande variedade de tipos textuais, em todas as áreas, abordando todos os gêneros.
2. Estratégias de leitura (identificando diferentes propósitos, significando e formulando hipóteses, e compreendendo os textos),
3. Leitura de textos expositivos sem grandes dificuldades,
4. Enriquecimento do vocabulário e
5. Desenvolvimento de atitudes favoráveis à leitura.
Não basta que os alunos aprendam a ler, é necessário que gostem de ler. E para estimular a leitura, o livro selecionou alguns textos atraentes e acessíveis, além de textos não-literários muito claros com temas interessantes ao aluno, contando com um programa sistemático de ampliação de vocabulário, graças as diferentes opções de tipos e gêneros textuais.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Gênero Textual e Tipologia Textual

O texto de Silva, Sílvio Ribeiro da. pode ser encontrado através deste link.

O texto relata basicamente a diferença entre Gênero textual e Tipologia Textual como podemos perceber bem no vídeo abaixo, que explica esta diferença em uma forma mais preparada , porém nos deixa uma definição clara e objetiva.



Tipologia Textual: É a forma como um texto se apresenta. As tipologias são: descrição, narração, dissertação, exposição, injunção e diálogo. Através dos textos Tipologia Textual de Vânia Duarte podemos entender melhor esta definição.


Gênero Textual: São as diferentes formas de textos os diferentes contextos que podemos aplicar aos conteúdos. Podemos ver alguns exemplos e características do Gênero textual neste link.

Porém ao concluir a leitura do texto e após as discussões em sala de aula,pode-se concluir que não há uma definição clara entre Tipologia Textual e Gênero Textual, o autor do texto ao final deixa claro sua opinião que tende mais para o lado de Marcuschi, porém os dois autores renomados e discutidos no texto de Silvio Ribeiro aprensetam opiniões semelhantes, entretanto dias de formas diferentes sobre as definições e características da discussão acima.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Texto 3

A Abordagem das diferentes áreas do conhecimento nos primeiros anos do Ensino Fundamental.

No primeiro momento o texto nos relata uma experiência ocorrida na sala de aula, onde um aluno traz umas lagartas para o meio escolar e desperta toda a curiosidade das crianças, o mais importante que pude perceber é que ao invés de reprimir o ato a professora agrega ao meio junto com as curiosidades das crianças, em nenhum momento a professora se torna autora do conhecimento, em nenhum momento ela toma a frente da aprendizagem, foi uma construção conjunta onde os alunos faziam pesquisas e trabalhos, simplesmente por que gostavam da experiência nova e assim iam conduzindo a aprendizagem, a professora não é alguém superior, mas naquele momento alguém do mesmo nível, está formando um passo de construção. Essa experiência é ressaltada na reportagem Nova Escola, onde as crianças despertam a curiosidade sobre as minhocas e a partir desse ponto desenvolvem vários outros aprendizagens, você trabalha a ciência o espaço e o melhor com o interesse dos alunos, pois não há aprendizagem sem o interesse do aluno de aprender. Sobre esse aspecto de interesse do aluno em sala de aula o livro A construção do conhecimento em sala de aula, nos fala um pouco sobre esse ponto.

Educação, Cultura, Currículo.

Em um determinado momento do texto podemos perceber que o currículo quer a homogeneização dos alunos em sala de aula, quando na verdade nunca poderá existir uma sala homogenia e sem heterogênea, pois a mistura é que compõem a escola, sempre haverá pessoas com culturas e raças diferentes e o currículo ele precisa estar preparado para atender a todos os alunos que comportam a escola e não fazer algum tipo de seleção, ou categorizar as crianças em melhor ou pior.



O trabalho com as diferentes áreas do conhecimento: Uma síntese á guisa de considerações finais

"O trabalho com área da Linguagem parte do princípio de que as crianças desde bem pequena, tem infinitas possibilidades para o desenvolvimento de sua sensibilidade e de sua expressão"

 A criança bem pequena ela está começando a conhecer o mundo e este é o momento para explorar sua curiosidade e seus saberes, mostrar os conhecimento, incentivar a leitura e os gostos pela arte, a criança é uma "esponjinha" onde tudo o que for passado para ela será absorvido, é preciso filtrar o conhecimento e repassar de forma lúdica e ciente de que o desenvolvimento será de forma sadia.







quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Texto 2



                                  

 O slide realizado pelo meu grupo: Aryana, Angélica,  Danielle Barcellos, Daniella, Julia e eu, referente ao texto "Alfabetização e Letramento, O ensino e a aprendizagem escrita em classes do primeiro ano do ensino fundamental"






 O vídeo nos mostra uma proposta de alfabetização, onde mostramos para a criança que uma letrinha está contida em várias palavras diferentes e que possui outras formas, traz uma proposta de diferenciação entre maiúscula e minuscula. É apresentado a criança as palavras o tom da letrinha e depois a uma forma de fixação com a repetição e as ilustrações sugeridas, formando assim a associação final para o aprendizado.



Pensamos como proposta que foi pedida uma atividade já antes conhecida pelo grupo, o "Bingo das Palavras"que poderá trabalhar com palavras e sílabas, uma atividade com duração de
1 aula de 50 minutos. Essa proposta poderá ser repetida, ao longo do ano, com variação nas palavras que compõem o jogo. São trabalhados conhecimentos prévios, pelo professor com o aluno serão eles, estratégias para compreensão do funcionamento da escrita alfabética; noção de regras/ funcionamento de jogos. 
As atividades propostas nesta aula, além de trabalhar as capacidades pretendidas poderão servir de diagnóstico. 
  Deve-se orientar as crianças sobre as regras do jogo, que consiste em marcar a letra X, no quadrinho que consta a palavra ou sílaba “cantada” pelo mediador. O grupo precisa ser lembrado que quando um participante marcar um X em todos os quadrinhos, deve dizer rapidamente e bem alto - BINGO! Assim, mostrará que é o vencerdo(a). 

MATERIAL: Cartelas preenchidas previamente, 
com sílabas e/ou palavras; 
saquinho com as fichas que constam nas cartelas. 

EXEMPLO:


Jogo Dominó de Palavras

Apesar de esta não ter sido uma atividade sugerida pelo meu grupo, achei super interessante o "Dominó de palavras", pois com ele além de você trabalhar as palavras de forma criativa, pode sugerir a turma que formem grupos de 4 pessoas, onde eles irão construir o jogo. Proporcionamos as folhas com as palavras, e as crianças irão cortar e pintar (se eles se interessarem por pintar), podemos colar em papelão para ficar durinho (eles irão cortar o papelão do tamanho da pecinha do dominó de papel), colar e pronto poderão jogar com no máximo 4 pessoas.




 O interessante é que a criança tem a palavra e ela pode fazer associações com o desenho, assim estaria inserida no contexto de letramento e alfabetização, a criança consegue identificar as palavras e decodificar, e além de tudo trabalha a interação entre os alunos na sala de aula, pois é uma atividade para ser feita em grupos.

domingo, 25 de novembro de 2012

Fala e Escrita



O texto "Fala e Escrita:  Propostas didáticas para os anos iniciais do ensino fundamental"
Autor: Maciel, Debora Amorim Gomes da Costa. Fala sobre as formas de comunicação verbal e
escrita, são duas formas diferente paralelas uma da outra,na verdade fiquei curiosa ao perceber
com a leitura do texto que fala e escrita são duas formas de se comunicar diferente que não
depende necessariamente uma da outra, pois cada uma possui suas características próprias que
marcam e definem bem a sua estrutura, uma não é a compreensão da outra.
 O texto nos passa uma compreensão de como devemos trabalhar essas duas formas de comunicação
na sala de aula, a importância que cada parte vai ter percebendo que dentro dessas formas de
comunicação elas de dividem em outros termos que é preciso ser levado em consideração, a
forma como se fala seria um exemplo como um amplo junto com a cultura de cada lugar tenso
sua própria características e verificando as diferenças.

sábado, 13 de outubro de 2012


Achei esse vídeo interessante, muito convencional nos dias de hoje, mostra como o professor ás vezes com  várias possibilidades de inovação somente precisando usar a criatividade, não consegue fazer diferente. A escola dá todos os recursos e o professor continua na sua mesmice de sempre. Achei o vídeo super importante como um toque para percebermos que a mudança precisa primeiro partir da gente.

E então, depois de tanto tempo e tanta confusão chegou o fim do período. Com essa disciplina aprendi bastante, o professor soube trazer coisas novas para a nossa vivência, nos proporcionar métodos e fazer com que a criatividade fosse usada. Todo o semestre foi bastante rico para acrescentar a minha bagagem cultural, além de tudo fomos vivenciando cada experiência o que nos traz uma visão muito diferente do que só a teoria. A história e as ferramentas, acabamos de dar mais um passo construindo um conhecimento para a vida toda. Em alguns momentos cheguei a pensar em desistir me senti sobrecarregada, porém levantei a cabeça e continuei consegui alcançar o meu objetivo, não foi fácil, mas se fosse também não teria graça nenhuma.










Grupo 4 
Composto por Eu, Júlia, Aryana, Marina, Patrícia, Lorena, Samantha e Maria Alice.

 Abordamos o tema "Escola na sociedade da informação: Tecnologias, ferramentas e criatividade.. em busca de uma alfabetização digital".

 Falamos sobre a escola TIC TIC TAC, uma escola que sabe trabalhar com ferramente e criatividade utilizando os recursos oferecidos pela escola para um desenvolvimento mais qualitativo para os seus alunos. O mundo é totalmente globalizado e a tendência é que os professores entre nesse ritmo sabendo trabalhar com o interesse da criança com esses meios tecnológicos  respeitando a idade sempre, inserindo na vida da criança mais a realidade que ela vai se deparar, hoje uma das ferramentas mais usadas é o computador e a criança já nasce nesse mundo tecnológico onde já sabem manusear desde pequenos, pois faz parte da geração deles, o importante é o professor saber trazer isso para o seu mundo e trabalhar da forma adequada na sala de aula.

 A revista Nova Escola desse mês veio abordando esse tema sobre a era digital, quem quiser dar uma conferida, vale a pena dar uma olhada, pois essa revista trás outras propostas interessantes para professores.
GRUPO 3
Formado por Daniela,Marcela, Joana e Leandro, o grupo apresentou o texto
"Mídia escrita e Letramento: Jornais e revistas na sala de aula"

 O grupo falou muito bem, naturalmente, abordaram o tema sobre como podemos trabalhar a leitura e a escrita na sala de aula utilizando materiais como jornais e escritas, fazer o cantinho da leitura através da criatividade e imaginação. É importante e fundamental se trabalhar de acordo com a realidade da criança com informações que vão de acordo com a sua idade, isso deverá ser sempre respeitado. Sabendo trabalhar com esses métodos inovadores a aula será mais divertida para a criança por estar fazendo uma atividade proposta diferente e ao mesmo tempo o estímulo com o vínculo para as notícias será muito mais forte. Como professor devemos pensar sempre além, buscando sempre incentivar a leitura e a escrita o grupo nos mostrou uma alternativa diferente para trabalhar com os meios que estão sempre a nossa volta e não damos a devida atenção, é importante estimular a criança para o gosto da leitura, pois é um requisito no qual só irá acrescentar para a vida.

domingo, 7 de outubro de 2012

Grupo 2

"Das aprendizagens e das metodologias de Ensino - Dilemas de gestão escolar."

 A proposta do texto era voltada para a importância do professor, do diretos, de toda a gestão escolar em formar uma educação de qualidade. O grupo apontou a forma que o aluno chega a escola com um pre-conhecimento e isso deve ser levado em consideração pelos professores, trabalhado e elaborado bem em sala de aula, penso o quanto é importante se ter a vivencia da criança como foco, pois isso fara todo a diferença para a construção moral e ética do individuo, pois absorvemos o que nos é passado e tiramos disso nossa própria construção de moral. O autor Ítalo Calvino teve uma proposta com 6 palavras onde definiria  uma boa gestão:
- Leveza
- Rapidez
- Exatidão
- Visibilidade
- Multiplicidade
- A sexta ele não teve tempo de formular, pois veio a falecer.

Esta é a foto do grupo, da esqueda para a direita composto por : Bruno, Daniele, jessica, Vanessa Correa, Stefany, Isabella e Priscila (que não está na foto).
Grupo 1

"Interação, alfabetização e letramento: Uma proposta de/para alafabtização, letrando. (Sérgio Roberto Costa)"

 O grupo abordou o conceito de alfabetização, pude perceber de acordo com o texto, o quanto é importante esse incentivo, a importância que a escola tem em desenvolver na criança esse lado curioso da leitura (os cantinhos da leitura), não só influenciam na alfabetização, no gosto pela leitura e na imaginação. Um papel que precisa ser desenvolvido melhor pelos professores é trabalhar com o que o aluno traz de casa,  o mundo e o que é interessante para ele, alguns alunos tem pouca bagagem cultural e ai entra o papel do professor de mudar esse quadro. Apos tudo isso fico pensando, em como é fundamental deixar a criança criar e escrever, sem se dar enfase no que no momento não é importante como a ortografia. Enfim, a alfabetização precisa ser vista de outra forma e mais valorizada, pois os índices ainda são altos.
O Caderno
Toquinho

Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco
Até o be-a-bá.
Em todos os desenhos
Coloridos vou estar
A casa, a montanha
Duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel

Sou eu que vou ser seu colega
Seus problemas ajudar a resolver
Te acompanhar nas provas
Bimestrais, você vai ver
Serei, de você confidente fiel
Se seu pranto molhar meu papel...

Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo
Se você quiser
Quando surgirem
Seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá
Num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel...

O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado
Se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente
O que se há de fazer...

Só peço, a você
Um favor, se puder
Não me esqueça
Num canto qualquer...(2x)

Essa música me lembrou a época de quando era pequena, e comecei a descobrir o mundo, adorava rabiscar, desenhar e pintar qualquer coisa, assim que comecei a ler e escrever ficava pela rua toda curiosa apontando e mostrando para a minha mãe que sabia que letrinha era aquela e que conseguir juntar duas letrinhas e  formar uma sílaba e depois de sílaba em sílaba formar uma palavra, poenso agora que já sou grande como é importante esse estímulo de quando a criança começa a se desenvolver, pois nesses momentos sendo eles bem desenvolvidos pode gerar o gosto pela leitura e escrita.

domingo, 29 de abril de 2012

Debate 2

A autora através dos estudos de Vygotsky constroe o seu texto sobre a forma como desenvolver o conhecimento da criança seja ele moral ou intelectual. A autora presa a forma como a personalidade da criança pode ser incentivada através de atividades lucidas e criativas como despertar a motivação no aluno. Ao meu ver é importante frisar o começo lá na alfabetização, quando ensinamos por exemplo aos nossos alunos a ler e escrever como ação repetitiva na letra bastão e a criança não aprende a diferenciar seu nome, por exemplo ela reconhece seu nome na bastão na qual foi ensinada e na cursiva não reconhece, ensinar desde sempre a criança todas as formas na qual ela pode escrever seu nome é válido até para a construção do raciocínio, daí a criança começa a assimilar a letra C que ela vê em todas as formas ao C de casa, que é o mesmo começa a desenvolver esse lado do pensamento, a assimilar a letra ao som que ela produz possuindo assim uma capacidade maior de entendimento.

 Assim como também começa a associação da letra ao nome do obejto ou animal, a autora faz perceber a importância que a pré-escola tem na vida do aluno onde ele está começando a construção do seu saber, e a ligação entre a natureza. " O conjunto de tarefas de treino de escrita, típico dos processos iniciais de apresentação da escrita para a criança na escola infantil e ensino fundamental[...]" (pg 27), é importante trabalhar todas as formas em que a criança possa se expressar e se desenvolver num âmbito maior, que a criança não seja limitada e sim estimulada por diversas tarefas e objetos tudo que posso gerar a sua criatividade e acrescentar ao seu desenvolvimento de escrita e a sua forma de pensar. 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Abordado na aula hoje o assunto "Portifólio eletrônico", no qual podemos ver uma definicão melhor sobre portifólio no Blog Emiliapintoguim, esse tipo de ferramenta pode ser interessante usado em um ambiente escolar, pois é uma forma de conectar o aluno a esse meio virtual, o aluno fazer com que ele produza e crie, ele será o avaliador do seu processo de desenvolvimento.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Minha Infância feliiz...!

Lembrar da infância é tão bom, vem tantos sentimentos agrádaveis de união, paz e amor. Minha família sempre foi muito grande e unida aos domingos sempre nos reuniamos na casa da vovó para comer aquela lasanha, era chamada de "lasanha de domingo" e só podiamos comer lasanha aos domingos, a casa da minha vó tem um quintal que quando eu era menor achava enorme, hj vejo que também não é tão grande assim, eu e meus primos nos divertiamos muito ali, como já disse minha família é muito grande e minha avó tem 13 netos eu sou a terceira neta mais velha e adorava comandar as brincadeiras de pique, corrida, tabuleiro entre muitos outros. O domingo era tão divertido esperava a semana toda para que o final de semana chegasse logo só para poder brincar e comer, a casa da avó para muitos tem um significado muito especial e para mim que fui criada por ela tem uma importância de valor incalculavel, nunca me senti diferente por essa questão na verdade acho que fui mimada até demais, minha avó sempre fazia bolinho de chuva a tarde que eu adorava ou o bolo de fubá e sempre me explicou muito bem as coisas sobre os meus pais, mas nunca me senti ressentida sobre esse assunto sempre lidei bem com as coisas e tive muito amor e carinho para lidar com as dificuldades.

 O meu pai eu o via algumas vezes na semana, mas o que eu gostava mesmo é quando ele ia me buscar na escola logo quando o via passar pelo portão eu sai correndo e pulava no colo e ele me abraçava tão forte que eu sentia que estava no lugar mais seguro do mundo isso acontecia nos dias de quinta-feira quando saimos da escola ele me levava a um sitío de um amigo dele, ele ficava jogando bola e eu ficava tomando de piscina ou brincando com as outras crianças, a noitinha ele me deixava na casa da minha avó, por parte de pai sou filha única então sempre fui o xodó do meu pai e das minhas avós também uma  por que sou a neta mais velha e da outra por que morei com ela.

 È tão bom reviver essa época, e perceber o quanto eu fui feliz e amada e até sentir saudades de pessoas importantes como a minha avó e meu pai que já se foram e saber que eles sempre fizeram tudo para a minha felicidade e eu fui feliz muito feliz, fui uma criança levada, cheia de energia, fui uma criança saudavel que gostava de ler, sempre fui apaixonada pela leitura desde pequena, mas acho que foi algo que minha mãe desenvolveu em mim ela sempre lia histórias divertidas para mim e quando aprendi a ler ela passou a me dar gibis da turma da mônica e histórinhas bem curtinhas e com bastante desenho não sei se foi estratégico, mas deu certo, hoje eu adoro ler e leio bastante foi algo da minha infância que se refletiu na minha vida. Bom eu fui uma criança criada em um ambiente diferente do "normal" ou estipulado, mas fui feliz, saudavel e amada.



quinta-feira, 22 de março de 2012

O Livro Linguagens infantis das autoras Ana Lúcia Goulart Faria e Suely Amaral Mello, aborda como é importante para a criança a questão do ato de os adultos "contarem história", como é importante para a criança ter o contato e o seu momento com o livro, o ato de um adulto estar sempre fazendo uma leitura ou incentivando a criança a ter o contato com o livro pode desenvolver o amor pela leitura é um incentivo para que a criança comece a gostar, a sentir prazer na leitura para que não seja um ato apenas imposto a ela. 




A forma como a pessoa que conta a historia consegue fazer desse momento algo importante para a criança onde possa prender a sua atenção e fazer com que a criança possa viajar e criar seu mundo da imaginação. As historias tem um poder muito grande, não só a questão de que a criança possa desenvolver o gosto pela leitura, mas como muitas das vezes elas se identificam ou se associam ao personagem principal, como fazem algum tipo de ligação e passam a mostrar a nos dar ideia de o que esta acontecendo no  mundo dela, é uma forma de entrar de uma forma suave, a autora deixa bem claro de como a criança pode as vezes se associar a um heroí simplesmente pelo fato de que precisa ser forte em relação as mudanças que estão acontecendo na sua vida e assim se assemelham com algum heroí simplesmente para poder ter força e coragem tentando ser como ele, para nos que ja vivenciamos essas mudanças e estamos de fora são situaçoes normais da vida, mas para uma criança que esta vendo todo o seu meio modificado nao terá a mais percepção e compreensão. Neste trecho " O importante é oferecer um ambiente agradável para a criança, onde ela possa formar um significado para sua história." (pq 12, 1º paragrafo) nós adultos vamos mostrar o caminho para que sozinhos as crianças construam seus próprios signifcados e desenvolvam a imaginação, pode ser com livros só de figuras para que elas já possam desenvolver sua imaginação inventando sua própria história e entrando no seu mundo, mas esse gosto e incentivo para esse desenvolvimento tem que ser provocado, seja do professor ou dos pais, porém precisa ser provocado. A autora faz associações a algumas teorias de Vygotsky, uma em particular é quando a autora diz que para a criança o significado maior será encontrado quando ela fazer uso total da escrita e que o desenvolvimento cultural da criança será maior.